Festival Internacional de Marionetas do Porto

IMPRENSA

SOBRE O FIMP … … …

“(…) Este espírito de vaivém no tempo está bem expresso na programação do presente Festival.
Ao lado dos marionetistas tradicionais, espécie e seres sem tempo, andarilhos das sete partidas do mundo, vamos encontrar algumas das mais representativas trupes da modernidade da marioneta. Uns e outros, decerto nos farão partilhar desse mundo maravilhoso das marionetas. Encruzilhada de ideias, de sensibilidade, de concepções estéticas e propostas artísticas, um Festival é, acima de tudo, um lugar de (re)encontro dos criadores com o «seu» interlocutor vital: o público. (…)”
João Paulo Seara Cardoso
,
marionetista e encenador português

“… o Porto tornou-se uma das estrelas da constelação de lugares sagrados do nosso universo de marionetas… E o mundo das marionetas pode mandar as suas aventuras ao Porto com o fruto das suas descobertas e explorações – artistas que como navegadores e missionários, estão, neste momento único da sua história, explorando novos mundos, desenhando novos mapas, construindo novas catedrais.”
Roman Paska
,
marionetista americano

“O FIMP é, a par do FITEI e do Fantasporto, uma das grandes manifestações culturais da Cidade dita Invicta. Tem um público certo e mobiliza multidões que fazem inveja a muita gente.
Doseando o teatro de marionetas propriamente dito com outros géneros para-teatrais, consegue mesmo interessar sectores de público a quem as marionetas pouco diriam.”
Manuel João Gomes
,
Jornal Público

“(…) como é que ainda há quem não veja esta forma de espectáculo? Será que pensam que é só para crianças?
(…) Mais do que infantis, os espectáculos neste campo podem ser verdadeiras obras de arte para idades sem conta, apelos ao poder fantástico que há em cada um de nós, quando deslocamos pés da terra e vemos mais alto. Até porque há marionetas e marionetas, há espantos para todas as faixas etárias, saibam elas espantar-se. É isso mesmo que o FIMP vem uma vez mais provar, num verdadeiro desafio que põe velhos do Restelo e outros cépticos contra a parede.
António Diegues Ramos,
O Comércio do Porto