Festival Internacional de Marionetas do Porto

GUSTAVO SUMPTA

O MELHOR MUNDO POSSÍVEL

Uma performance que se apresenta como um legado de “Cândido” de Voltaire.
Quanto dura uma única acção que se repete?
E quais as consequências narrativas deste tipo de relação?
Em termos performativos, o que nos une para lá da língua que falamos? Tentemos uma aproximação através da produção e transformação de uma figura bidimensional (desenho) numa figura tridimensional (escultura).

Concepção, interpretação: Gustavo Sumpta

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