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11h30
BA BA, Piccoli Principi (Itália)
Arquivo Distrital do Porto
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13h00
ALMOÇO FIMP
Jardim da Cordoaria
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16h00
BAILE DOS GORDOS, Colecção B
Jardim da Cordoaria
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Concepção e organização: FIMP (Raul Constante Pereira e Igor Gandra)
Formadores e oficina de construção: Américo Castanheira – Tudo Faço, Frederico Godinho, Gil Rovisco, Hernâni Miranda, João Loureiro, Júlio Alves, Katarina Falcão, Sofia Marques, entre outros.
Participantes: Todos
Duração: 3 horas
Preço: cada um contribui com o que (se) quiser e puder
Apoio: Lipor

No Ponto de Encontro do FIMP, entre 18 e 25 de Setembro, das 15 às 18 horas estará em funcionamento um atelier de construção e manipulação de marionetas.
A reutilização é a palavra de ordem deste atelier em que todos podem participar. A madeira de que são construídos os corpos dos Fimpalitos é proveniente de sobras de cenografias de várias estruturas de teatro da cidade (Assédio, Teatro de Marionetas do Porto, Ensemble, Teatro de Ferro, FITEI, são alguns dos “dadores”).
Compete a cada construtor-autor, a partir de materiais criteriosamente recolhidos e seleccionados (tralhas de toda a espécie, portanto), desenvolver e personalizar o seu Fimpalito. Com o apoio da equipa do festival, todos os participantes podem construir e manipular uma marioneta.
Depois de devidamente registados e apresentadas à comunidade, os Fimpalitos construídos ficarão a pertencer aos seus construtores no último dia do festival, domingo, 26 de Setembro.
O festival fornece a cada participante os materiais e ferramentas necessárias.
Inscrições: 223320053 ou comunicacao.fimp@gmail.com
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Preço: 5€ (desconto 20% para <25 ou >60; estudantes, grupos, profissionais)
M/1 ano
Ba Ba é uma ode ao surpreendente, à habilidade que todos os seres humanos, e as crianças em particular, têm de ser surpreendidas pelas pequenas coisas. Estranhos reflexos de luz numa parede, o estranho som de uma pinga de água a cair num bocado de papel.
Inspirado pelo trabalho do artista visual Giorgio Brogi, o espectáculo conta a história das ligações existentes entre formas, cores, linhas, superfícies e materiais.
Com o elegante fundo do artista Toscano, dois actores levam a cabo acções simples mas estimulantes. Véus coloridos são manuseados num jogo subtil the presença e ausência, visibilidade e invisibilidade criando na audiência uma admiração que produz atenção, um sorriso que abre a alma.

Dramaturgia e Encenação: Alessandro Libertini e Véronique Nah
Colaboração Artística: Giorgio Brogi, Brigitte Lallier-Maisonneuve, Antonia Monticelli
Instalação: Giorgio Brogi
Projecto de Som: Véronique Nah
Interpretação: David Batignani e Véronique Nah
Grafismos: CeG Maxicom
Fotografia: Dario Lasagni
Organização: Chiara Fantini
Produção: Compagnia Teatrale Piccoli Principi com o apoio de Théâtre Athénor, Saint-Nazaire, Théâtre Massalia/Système Friche Théâtre, Marseille, Armunia, Castiglioncello, Municipality of Scandicci e da Regione Toscana “Sistema Regionale dello Spectacollo”
Piccoli Principi desejam agradecer todos aqueles que ajudaram na implementação deste projecto e em particular: Jo Bertolino, Grazia Genzani, Luca Libertini
www.piccoliprincipiteatro.it
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Preço: 5€ (desconto 20% para <25 ou >60; estudantes, grupos, profissionais)
M/12 anos
A Timidez dos Ossos
Uma tela branca, emoldurada divide o espaço completamente até acima, o corpo no palco está separado dos espectadores. A superfície plana ocupa toda a visão, sem transparência para imagens. Uma forma impressionada na tela pela parte de trás quebra a espera, é o primeiro fragmento de um corpo humano impresso através da matéria para mostrar a sua turva impressão contra a luz, A partir da superfície branca, aparecem fragmentos humanos ou vestígios de uma civilização escondida; da matéria leitosa florescem fragmentos em relevo para criar um flutuante baixo-relevo.
A progressão das imagens revela a realização de um corpo. Desde o início, os fragmentos estão sozinhos.
Eventualmente, eles representam a imagem familiar de um corpo humano. Fetos definindo a sua anatomia durante a gestação, o corpo molda-se pouco a pouco. Eles testam a capacidade do útero, empurrando às cegas a parede de um pálido útero materno; uma tentativa aparente não haver nenhuma restrição gravitacional pela forma como os corpos aparecem em toda a superfície.
Nariz, o osso da coxa, ombro e dedos estão soltos e surgem através de uma fina epiderme que tudo revela. São fantasmas que alteram a nossa percepção do corpo humano, fazendo uma dança radiográfica feita em bruto de músculos e ossos esmagados. O corpo é reduzido à sua estrutura; fisionomia, sinais distintivos e carne desapareceram.
Toda vez que o corpo se destaca, o alívio desaparece face à homogeneidade indiferente da tela.
É como perder as memórias, os fragmentos são letras de um corpo para reescrever que não deixa rastros ou testemunhas.

Daniel Blanga Gubbay / Francesca Bucciero / Paola Villani
Em Colaboração com: Milo Adami
Produção: pathosformel 2007/ FIES Factory One
Em Colaboração com: Sezione Autonoma – Teatro Comandini. Cesena, Italy
Menção Honrosa: Prémio cenografia 2007
www.pathosformel.org
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Preço: 5€ (desconto 20% para <25 ou >60; estudantes, grupos, profissionais)
M/16 anos
A Tarumba – Teatro de Marionetas apresenta Mironescópio: A Máquina do Amor. Um espectáculo de pequenas formas inspirado nos antigos Peep Shows e nas primeiras experiências cinematográficas realizadas no século XIX, com a utilização de aparelhos como o Cinetoscópio e o Mutoscópio.
Os grandes especialistas da arte erótica, Dr. Erotikone, Madame Gigi e Madame Mimi, entre outros convidados, actuam pela primeira vez em Lisboa e trazem consigo os seus valiosos Mironescópios. Aqui não existem barreiras, o amor é livre! Venha descobrir o que aconteceu realmente no Paraíso… entre muitas outras surpresas nunca antes vistas.
Vários Mironescópios estarão à sua espera, no interior de cada um decorrem efeitos visuais, imagens em movimento, sombras… que irão criar emoções nunca antes sentidas. Um espectáculo intimista, pedagógico, relaxante e … erótico… numa soirée yé-yé. Traga o seu par e os seus amigos!
Caixas ópticas e múltiplas variações. No seu interior imagens opacas, coloridas, translúcidas, singulares… venha espreitar um outro universo pelo buraco da fechadura…
“Na Arte, a imoralidade não pode existir. A Arte é sempre sagrada”. – August Rodin

FICHA ARTÍSTICA:
Direcção Artística e Construção: Luís Vieira e Rute Ribeiro
Actores-manipuladores: Rute Ribeiro, Catarina Côdea, Raquel Monteiro, Luís Hipólito, Luís Vieira, Susana Esteves Pinto
Adaptação e Textos: Rute Ribeiro
Desenho de Luz: Zé Rui
Sonoplastia: Catarina Côdea
Produção Executiva: Bruno Reis
Fotografia: Luís Vieira
www.tarumba.org
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Entrada Livre
Sinopse
Lisístrata é uma peça contra a guerra, uma convicta apologia da paz e da concórdia entre todos os homens. Nela se atacam os velhos que governam a nação e gastam em armas o dinheiro necessário para outros fins. As mulheres, sob a direcção de Lisístrata, revoltam-se e conseguem, unidas, pôr fim à guerra civil que opunha Atenienses e Espartanos e trazer para casa os maridos e filhos. Utilizam para isso a arma do sexo: não se deixarão possuir por homem algum enquanto não acabar a guerra e não se fizerem as pazes. Representado em 411 a.C., o texto continua hoje a ser, em muitos aspectos, ousado e actualíssimo.
Manuel João Gomes, prefácio a “Lisístrata”

FICHA ARTÍSTICA
A partir de LISÍSTRATA, de Aristófanes
Encenação e Dramaturgia: João Paulo Seara Cardoso
Música: Jonathan Saldanha
Figurinos: Júlio Vanzeler
Movimento: Isabel Barros
Desenho de Luz: António Real/Rui Pedro Rodrigues
Interpretação: Edgard Fernandes, Joana Cruz*, Nelson Luis*, Paulo Freitas*, Rui Queiroz de Matos, Sara Henriques, Sérgio Rolo, Shirley Resende
*estagiários do Curso de Teatro do Balleteatro Escola Profissional
Músicos: André Rocha, Jonathan Saldanha, Tiago Fernandes
Produção: Sofia Carvalho
MÁQUINAS CÉNICAS
Conceito: João Paulo Seara Cardoso
Desenho e Escultura: Júlio Vanzeler
Desenvolvimento: Rui Pedro Rodrigues
Construção de Estruturas Metálicas: Américo Castanheira
Estagiário: Mauro Lampreia (Chapitô)
Construção de Marionetas: Rui Pedro Rodrigues, Nuno Valdemar Guedes
Pintura: Inês Coutinho
Colaboradores: Luísa Garcia, Victor Cadete, Carlos Machado, Setefan Babiychuc, Raul Constante Pereira
Assistente de Produção: Shirley Resende
Operação de Luz: Rui Pedro Rodrigues
Assistente de Cena: Nuno Valdemar Guedes
Confecção de Figurinos: Carla Pereira
Pirotecnia: Jorge Duarte
Montagem e Assistência Técnica: Américo Castanheira / Tudo-Faço
Fotografia de Cena: Susana Neves
Gravação Vídeo: Ângelo Peres / Widescreen
Apoio: CACE Cultural do Porto
Estagiária de Fotografia: Mariana Dias (Escola Superior Artística do Porto)
Co-produção: Teatro de Marionetas do Porto / Festival Imaginarius 2010 / Centro de Criação de Teatro e Artes de Rua
Companhia subvencionada por Ministério da Cultura / Direcção Geral das Artes
www.marionetasdoporto.pt
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Preço: 5€ (desconto 20% para <25 ou >60; estudantes, grupos, profissionais)
M/12 anos
Casulo
Um deserto arenoso. Algo começa a mover-se. Uma mão rendilhada, como uma raiz, desenterra-se e é rapidamente seguida por outra. No entanto, a segunda parece pertencer a uma criatura de outro mundo… Serei aquilo que sou? – É a questão que este acto de criação em várias partes, que este trabalho de mãos invisíveis parece colocar.
Casulos, mundos minúsculos, imagens de sonhos. Cocon – uma peça sem palavras – fala do ciclo da morte e da transformação, de não ter para onde ir, da necessidade de protecção e da busca do conhecimento.

Encenação e Interpretação: Uta Gebert
Cenografia e Marionetas: Uta Gebert
Assistência Artística: Petra Hillbricht, Ilka Schönbein
Vídeo: Silja Lex
Musica: Morgan Daguenet
utagebert.blogspot.com
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Preço: 5€ (desconto 20% para <25 ou >60; estudantes, grupos, profissionais)
M/16 anos
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Preço: 5€ (desconto 20% para <25 ou >60; estudantes, grupos, profissionais)
M/16 anos
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ACE / Teatro do Bolhão (Palácio do Bolhão), 24 de Setembro, 23h00
Preço: 5€ (desconto 20% para <25 ou >60; estudantes, grupos, profissionais)
M/12 anos
Casulo
Um deserto arenoso. Algo começa a mover-se. Uma mão rendilhada, como uma raiz, desenterra-se e é rapidamente seguida por outra. No entanto, a segunda parece pertencer a uma criatura de outro mundo… Serei aquilo que sou? – É a questão que este acto de criação em várias partes, que este trabalho de mãos invisíveis parece colocar.
Casulos, mundos minúsculos, imagens de sonhos. Cocon – uma peça sem palavras – fala do ciclo da morte e da transformação, de não ter para onde ir, da necessidade de protecção e da busca do conhecimento.

Encenação e Interpretação: Uta Gebert
Cenografia e Marionetas: Uta Gebert
Assistência Artística: Petra Hillbricht, Ilka Schönbein
Vídeo: Silja Lex
Musica: Morgan Daguenet
utagebert.blogspot.com
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Mosteiro São Bento da Vitória, 21h30
Preço: bilheteira do TNSJ
M/12 anos
Nesta mistura de festa com ensaio de banda-de-garagem experimental e ópera de arte total low cost, migrantes, nómadas, artistas de rua e outros, também de casa às costas, co-habitam com o nosso estimado público.
Ópera dos Cinco € – also known as – Trans Gueto Express acontece num dispositivo instalado no exterior. Posto fronteiriço, campo de retenção em outsourcing, check point, salão de baile, quermesse, circo novo – pelintra (ex-novo-rico), teatro de feira, feira da ladra e da contrafacção… Imagens de que partimos e que configuram a relação deste objecto cenográfico com o evento espectacular/performativo. Também aqui continuamos a trabalhar sobre uma ideia de transversalidade estrutural, que cruza elementos oriundos de linguagens da cena distintas como o circo ou a marioneta. Nos corpos e na voz dos actores, procuramos espaços comuns a estas linguagens. A apropriação do espaço nas suas diversas escalas, dos objectos manipulados, do olhar e do escutar dos outros – espectadores é o caminho que nos importa agora percorrer.
Esta criação, congrega três estruturas / grupos / companhias: Teatro de Ferro, Radar 360°, Teatro do Frio. Com esta associação procuramos experimentar formas alternativas de produção e as suas relações com os processos criativos.
Imaginemos uma pequena praça ao entardecer. Uma trupe de saltimbancos chega e instala-se. São românticos os nómadas não são? Repara como parecem livres e felizes. Os miúdos, à solta, correm de um lado para o outro. Os adultos, meios aciganados, continuam a tirar coisas das carrinhas e cantam enquanto o fazem. Brecht rap e techno Weill. Alguns sabem fazer habilidades bem giras – enfim, as tradicionais melhoradas. Fartam-se de bulir, têm bichos carpinteiros e, no entanto, movem-se num tempo fora do carril de Saturno. Esse seu tempo outro – o de um mundo ambulante, de um mundo gema dentro de um ovo de Colombo, de um mundo em trânsito – servirá de molde e máscara ao nosso espectáculo.
“A ópera dos cinco € – aka – trans gueto express» tenta tirar da gaiola dos especialistas e das especialidades alguns temores, inquietudes e fechamentos que nos tocam a todos, privilegiando a dissonância, mas procurando acertos de cadência e de palavra que façam do tempo espectacular um laboratório de outras formas de estar com.”
Regina Guimarães

Dramaturgia, Texto e Canções: Regina Guimarães
Encenação e Cenografia: Igor Gandra
Movimento: Carla Veloso
Marionetas: Júlio Alves
Figurinos: Diana Regal
Interpretação: António Oliveira, Igor Gandra, José Pedro Ferraz, Julieta Rodrigues, Rodrigo Malvar e Rosário Costa; [participação especial] Carlota e Matilde
Desenho de luz: TdF e Gil Rovisco
Assistente de Figurinos: Elisa Pinto
Fotografia de Cena: Susana Neves
Design Gráfico: CATO
Operação de Som: João André Lourenço
Direcção de Montagem: Virgínia Moreira
Oficina de Construção: Catarina Falcão, Virgínia Moreira, Vera Martins e Américo Castanheira – Tudo Faço
Produção: Teatro de Ferro
Co-produção: Teatro de Ferro, Radar 360º, Teatro do Frio, Festival Escrita na Paisagem, Festival Internacional de Marionetas do Porto, Teatro Nacional São João
Agradecimentos: Catarina Lacerda
O Teatro de Ferro é uma estrutura financiada pelo Ministério da Cultura/Direcção Geral das Artes
www.myspace.com/teatrodeferro
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Sala de Ensaios do Teatro de Ferro, 19h00
Preço: 5€ (desconto 20% para <25 ou >60; estudantes, grupos, profissionais)
M/12 anos
A Timidez dos Ossos
Uma tela branca, emoldurada divide o espaço completamente até acima, o corpo no palco está separado dos espectadores. A superfície plana ocupa toda a visão, sem transparência para imagens. Uma forma impressionada na tela pela parte de trás quebra a espera, é o primeiro fragmento de um corpo humano impresso através da matéria para mostrar a sua turva impressão contra a luz, A partir da superfície branca, aparecem fragmentos humanos ou vestígios de uma civilização escondida; da matéria leitosa florescem fragmentos em relevo para criar um flutuante baixo-relevo.
A progressão das imagens revela a realização de um corpo. Desde o início, os fragmentos estão sozinhos.
Eventualmente, eles representam a imagem familiar de um corpo humano. Fetos definindo a sua anatomia durante a gestação, o corpo molda-se pouco a pouco. Eles testam a capacidade do útero, empurrando às cegas a parede de um pálido útero materno; uma tentativa aparente não haver nenhuma restrição gravitacional pela forma como os corpos aparecem em toda a superfície.
Nariz, o osso da coxa, ombro e dedos estão soltos e surgem através de uma fina epiderme que tudo revela. São fantasmas que alteram a nossa percepção do corpo humano, fazendo uma dança radiográfica feita em bruto de músculos e ossos esmagados. O corpo é reduzido à sua estrutura; fisionomia, sinais distintivos e carne desapareceram.
Toda vez que o corpo se destaca, o alívio desaparece face à homogeneidade indiferente da tela.
É como perder as memórias, os fragmentos são letras de um corpo para reescrever que não deixa rastros ou testemunhas.

Daniel Blanga Gubbay / Francesca Bucciero / Paola Villani
Em Colaboração com: Milo Adami
Produção: pathosformel 2007/ FIES Factory One
Em Colaboração com: Sezione Autonoma – Teatro Comandini. Cesena, Italy
Menção Honrosa: Prémio cenografia 2007
www.pathosformel.org
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Cordoaria, 18h30
Viagem de Autocarro Turístico da Cordoaria ao Teatro do Ferro, para o espectáculo “LA TIMIDEZZA DELLE OSSA, Pathosformel (Itália)”.
Praça da Cadeia da Relação, 18h20
Todos os dias, ao pôr do sol servimos um porto e celebramos o final do dia ou o início da noite.
O ocaso do Porto merece bem um porto.